segunda-feira, 11 de maio de 2009

The Final Frontier














“O espaço, a fronteira final. Essas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de 5 anos, para explorar novos mundos, buscar novas formas de vida, novas civilizações. Audaciosamente, indo aonde nenhum homem jamais esteve”. (Star Trek, 1966)


Diário de bordo 20090511!


Passaram-se mais de 40 anos da série clássica de Jornada nas Estrelas (Star Trek) e continuamos a nos surpreender com a colaboração que Gene Roddemberry deu ao cinema e a ficção científica, inspirando milhares de cientistas em seus artigos e teses de doutorado nos campos da astrofísica, astrobiofísica e aos físicos teóricos.


A revolução aeroespacial é fascinante aos olhos de quem pode enxergar as belezas incomensuráveis do universo. Quando surgiu a série clássica em 1966 o homem estava se preparando para pisar em solo Lunar. O máximo que se sabia sobre a exploração espacial era a que Yuri Gagarin nos presenteou emprestando seus olhos a humanidade, dizendo que a Terra é azul.


A moda estava lançada, e Gene como formidável escritor tratou de postular a maior série e todos os tempos. Como ferramenta apropriada utilizou-se da idéia de universos paralelos, hoje conhecido e estudado em uma das teorias da física como a “Teoria M” acrescentando entendimento à “teoria das cordas” e demais teorias, abrangendo campos totalmente discutidos em congressos de física teórica no mundo inteiro. O conceito de teletransporte é destacado na série como nos filmes. Quantas vidas foram salvas por meio dele! Hoje a ciência explora essa tecnologia e garante que em um futuro de médio ao longo prazo estaremos desmaterializando e materializando em qualquer lugar. Já fizeram isso com átomos. Os avanços do diagnóstico médico idealizado por Gene. Dr. Mccoy e seus aparelhos ultramodernos capaz de ler o sistema orgânico em segundo e diagnosticar e sanar os males. Essa realidade é praticamente observável com os avanços da informática e sua eficácia na área da saúde. Aparelhos de ressonância magnética e leitores de substâncias tóxicas ou úteis relatando em segundos a situação do paciente. Não precisamos abrir o corpo para enxergá-lo em três dimensões. Claro que ainda está longe de chegar aos patamares da ficção, mas houve o progresso.


Gene me fez crer que o progresso do homem se dará à medida que conheçamos mais o mundo em que vivemos, conforme bem exemplificados nas relações entre os homens da em seu universo. A descoberta de outras tecnologias e culturas mais sofisticadas dará ao homem o necessário progresso moral nos tornado mais humildes com relação ao universo e menos egoístas com a humanidade terráquea. Para isso será ainda necessárias muitas revoluções, catástrofes e progressos sociológicos, que haverão de ocorrer até que a humanidade terráquea aprenda a olhar para cima, assim como os habitantes da caverna de Platão, que um dia perceberam a luz irradiada fora das paredes de rocha.


Tirando a ficção de lado, Gene foi um visionário que contribui significativamente com o futuro da humanidade não só no campo da ciência, mas também as relações sociológicas que os habitantes daquela época apropriaram-se para si como conduta de vida. É fantástico ver homens caminhando junto ao progresso e indo também onde nenhum homem da atualidade ainda foi. A grande jornada interior.


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