terça-feira, 5 de maio de 2009

Sentir é...
















Eu só queria ser a saudade de alguém especial, mas fui somente o protagonista de um filme de romance mamão com açúcar (exagerado) no qual se encerra o ato como sempre, finais felizes.


E depois que acaba? O que sobra? O que é permitido ficar e o que não é permitido? Juro que não sei o que pensar e muito menos analisar a situação. A história se repete, mas de um jeito mais caótico que o normal. Pelo menos da outra vez eu tinha um pouco de consciência, mas agora, foi algo que considero totalmente bizarro.


Juro que não gostaria de escrever mais um texto esquisito, mas achei nas palavras um jeito de pensar na minha própria mente. Tornei-me meu próprio psicólogo. A solidão me faz ser assim. Caramba! Ta parecendo um diário isso aqui!


Uma vez eu disse a alguém que foi muito especial em minha vida que a vida dela é uma eterna novela mexicana. Então! Acabei de crer que minha vida é pior que isso. Novela mexicana com roteiro do próprio Shakespeare. Quando vou aprender que Castro Alves viveu no século XIX? Agora eu entendo porque morreu com 24 anos. O ilustre poeta tinha o coração maior que as pessoas podiam suportar. Isso assusta. E se eu não me der conta, vou assustar todo mundo.


Talvez uns anos no Tibet possam resolver meu problema. Equilibrar as emoções, viver mais a natureza e o ar gelado do noroeste asiático. Outra opção seria enfiar as caras nos livros e esquecer-se do mundo até que eu me presenteie com um bom concurso público. Seria uma boa a estabilidade financeira. Será que ela resolveria meus problemas? Talvez sim ou não. Vai saber.


Terminando esse texto eu me pergunto. O que estou fazendo com as minhas escolhas? Tento viver sempre tudo intenso e talvez precise aprender a ser mais relax. E se alguém que lê esse blog, o que pensa de mim? O que pensam dos meus textos? Contribui positivamente para os outros ou para mim mesmo? Não sei. Queria ser mais tranqüilo. Enquanto isso me contenta com meu jeito italiano e apaixonado pela vida.


Viva La vida! E fico feliz de guardar e conservar a saudade. Acredito que esse sentimento liga as pessoas. É bom tê-lo conosco para lembrar-se de quem a gente gosta. No outro dia a gente fica com a sensação e carinho do fim de semana...


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