terça-feira, 20 de abril de 2010

Incoerências



















Macacos que escorregam em árvores

Luzes apagadas de brilho

Ruas que não levam a caminho algum

Águas que desidratam o pensamento


Chuvas secas de amor próprio

Nuvens que carregam o mar da discórdia

Sementes carregadas de frutos imaginários

Sombras que iluminam as almas


Palavras torturam nossas vísceras

O canto calado traz o vazio interior

O pranto contido fulgura a selvageria

O desespero é a imagem cintilante da vida


A violência é a diversão do dia

A alegria é a utopia do momento

Às vezes temos alguns exemplos

Como lampejos de sabedoria


Infelizmente a incoerência reina

Ainda engatinhamos no berçário da vida

Mas agora, é hora de despertar em si

E focar de imediato, a luminescência

Clareando interior escuro e esquecido

De nós mesmos...


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